Tratamento do cancro da mama no Spital Limmattal - Centro de Mama Brustzentrum Zürich Plus

O carcinoma da mama é um dos mais frequentes tipos de tumor em mulheres. Os dados mais recentes apontam para cerca de 6200 casos anuais em toda a Suíça. Esta doença é muito rara em homens. O cancro da mama é uma doença grave que, se for atempadamente detetada e tratada, é frequentemente curável. Muitas vezes, até mesmo com métodos de baixo impacto adequados à situação. Estamos disponíveis para lhe responder às perguntas mais frequentes sobre o assunto.
pela Dr.ª Kathrin Kimmig

No nosso Centro de Mama do Spital Limmattal, temos uma equipa multidisciplinar formada por cirurgiões especialistas em cirurgia da mama, oncologistas, radiologistas e radio-oncologistas que colaboram com os nossos colegas especializados em cirurgia plástica, patologia e psico-oncologia. Os nossos serviços são complementados por Katharine Röthlisberger, licenciada em Enfermagem e que concluiu uma formação adicional como Breast Care Nurse. Ela acompanha as nossas pacientes ao longo de todo o processo de tratamento e, em alguns casos, do processo de acompanhamento.

Em 2021, estabelecemos uma cooperação com o centro de mama Brust-Zentrum Zürich, em Seefeld, sob o nome de «Brustzentrum Zürich Plus», que resultou na criação de um centro conjunto com duas localizações. Tanto nós como os nossos pacientes beneficiam do estreito intercâmbio com um dos maiores centros da mama da Suíça. As doenças da mama causam medos e inseguranças. Gostaríamos de responder a algumas das perguntas mais frequentes:

A mamografia (exame radiográfico da mama) é sempre tão dolorosa – não há outra opção?

A mamografia continua a ser, a par da palpação e do ultrassom da mama, um dos métodos padrão no diagnóstico da mama. Nos últimos anos, a compressão da mama no equipamento de mamografia tornou-se mais suave. Apesar disso, algumas pacientes continuam a considerá-la uma experiência desagradável. Em determinadas situações, pode recorrer-se a uma IRM da mama (imagem por ressonância magnética da mama) para conseguirmos obter informações de diagnóstico adicionais importantes, que afetam o tipo de operação e o restante tratamento. No caso de anormalidades que apontem para uma direção maligna, é sempre necessário realizar uma análise do tecido. A obtenção da amostra desse tecido é realizada através de uma biopsia. A seguir e conforme o diagnóstico, são definidos e discutidos com os pacientes os passos terapêuticos seguintes.

Halbseitige (unikondyläre oder Teil-) Prothese

Representação esquemática da obtenção de uma amostra de tecido da mama feminina (biopsia)



A minha mama é totalmente removida em caso de cirurgia?

Não. Na maioria dos casos, é possível realizar uma cirurgia conservadora da mama. Apesar disso, nem sempre é possível evitar a remoção de toda a mama (mastectomia). Possíveis razões para tal são, por exemplo, uma proporção desfavorável do tumor em relação à mama, vários focos tumorais em diversos locais da mama, contraindicações para radioterapia, assim como um elevado risco genético de cancro da mama.

A remoção de toda a mama é uma intervenção extremamente radical e tem um grande impacto na imagem do corpo e na autoimagem das pessoas afetadas. Fornecemos pormenorizadas informações a todas as nossas pacientes sobre as opções de uma reconstrução através de implantes ou usando o próprio tecido, sempre em estreita colaboração e coordenação com os cirurgiões plásticos da clínica Swissparc.

É sempre necessário fazer radioterapia?

É frequente, mas nem sempre: a radioterapia é, por norma, necessária em terapias conservadoras da mama. Todavia, também há situações em que, mesmo após uma mastectomia, ocorrem situações, como cancro nos gânglios linfáticos das axilas, para as quais recomendamos radioterapia.

É sempre necessário fazer quimioterapia?

Nem todos os pacientes necessitam de quimioterapia. A recomendação para si dependerá muito da situação local e da estrutura e composição do tumor (biologia do tumor). Se o tumor possuir, por exemplo, os chamados recetores hormonais na sua superfície celular, recomendamos um tratamento anti-hormonal. Hoje em dia, este é o tratamento preferencial, por ser mais tolerável do que a quimioterapia anteriormente realizada com frequência neste tipo de casos. Além disso, nos últimos anos surgiram no mercado vários outros medicamentos com bons resultados relativamente à redução do risco sistemático e, em geral, mais toleráveis do que uma quimioterapia. Apesar disto, a quimioterapia ainda é usada e ainda tem a sua aplicabilidade. Teve apenas de dar espaço a outras formas terapêuticas.

Tenho o mesmo que a Angelina Jolie?

O chamado “efeito Angelina Jolie” trouxe para a praça pública as formas de cancro hereditário da mama, ou seja, condicionados pela genética. Estas representam entre cinco a dez por cento de todos os casos de cancro da mama. Durante a nossa consulta da mama, avaliamos o risco genético de cada paciente – mesmo que não tenha um diagnóstico de cancro – e recomendamos se é necessário um aconselhamento e, possivelmente, também análises. Se existir uma mutação genética, é frequentemente recomendada uma mastectomia profilática bilateral. Na maioria dos casos, é possível iniciar a reconstrução logo em simultâneo.

Vou voltar a ficar saudável?

Isso depende do estádio do tumor no momento do diagnóstico. Também importante é a já mencionada biologia do tumor que determina, entre outras coisas, o nível de agressividade do cancro. Mesmo perante um cancro da mama em estado avançado, o recurso a novas terapias avançadas permite, por vezes, aumentar significativamente a sobrevida média. Quando detetado a tempo e corretamente tratado, a maioria dos casos de cancro é curável. Apesar disso, é preciso ter em consideração um reaparecimento do cancro ou as metástases, mesmo após um longo período, pelo que o acompanhamento é tão importante como o tratamento adequado e personalizado.

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